Mineração Origem, Brasil
Mineradora parceira fundada em 1986, responsável pela extração e pela custódia do ouro que lastreia o ativo. O material entregue é refinado com pureza mínima de 99,99%.
Estrutura de tokenização de ouro físico com lastro documental, emissão sob o regime de Digital Payment Tokens da MAS e liquidez na rede Polygon. Cada etapa do ciclo é registrada on-chain.
A extração ocorre no Brasil, sob títulos emitidos pela Agência Nacional de Mineração. A emissão dos tokens é estruturada em Singapura.
Mineradora parceira fundada em 1986, responsável pela extração e pela custódia do ouro que lastreia o ativo. O material entregue é refinado com pureza mínima de 99,99%.
Emissão estruturada sob o Payment Services Act 2019, no regime de Digital Payment Tokens da Monetary Authority of Singapore, com controles de compliance implementados no contrato.
Cada GO86 corresponde a 1 grama de ouro refinado. A unidade é do token; a entrega física segue o padrão LBMA Good Delivery, em barras de 12,5 kg.
Não é intenção futura. São títulos ativos e laudos existentes, vinculados ao contrato de aquisição de cada lote. A Origem opera com GU em áreas novas e de parceiros, tem PLGs já firmadas e administra diretamente uma área com NI aferida.
Título da ANM que autoriza lavra experimental em área delimitada, com prazo e volume definidos.
Acesso a GU em áreas novas e em áreas de parceiros, para operação de pequeno porte.
Regime do art. 23 do Código de Mineração (Decreto-Lei nº 227/1967), regulamentado pelo Decreto nº 9.406/2018, para áreas de até 50 hectares.
PLGs já firmadas, com plano de aproveitamento econômico aprovado e prazo de lavra vigente.
Norma da Canadian Securities Administrators que exige Qualified Person e classifica os recursos em medidos, indicados e inferidos.
Vínculo direto e administração de área com NI, cuja capacidade aferida define o teto de emissão do FGO86.
A aquisição de FGO86 é formalizada em contrato físico, com cobertura jurídica internacional aos moldes OCDN, LBMA e ICC, sob o regime regulatório da MAS. O token é o registro on-chain de uma obrigação previamente constituída em papel.
Sem documento da área não há emissão. O hash do laudo é registrado no evento de atualização do teto e permanece auditável na Polygonscan.
O ciclo tem três etapas e uma direção única: o FGO86 é convertido em MGO86 e somente o MGO86 origina GO86. O Vault86 opera todas as etapas, inclusive o resgate em barra e a venda entre carteiras.
O investidor adquire uma quantidade de ouro ainda não extraída. A proporção é 1:1: cada FGO86 assegura 1 GO86, independentemente da variação do preço do metal no período.
O deságio é definido pelo prazo: 6 meses 7%, 9 meses 10% e 12 meses 15%. A conversão permanece bloqueada até a data de vencimento registrada no contrato.
Ficha técnica do contratoO MGO86 representa a quantidade de GO86 em formação. Não possui mercado, cotação ou transferência: as funções de transferência revertem por definição do contrato.
Ao originar o GO86, o MGO86 é depositado no Cofre-Limbo, encerrando a etapa com rastro contábil.
Ficha técnica do contratoCada GO86 corresponde a 1 grama de ouro refinado sob custódia. A emissão ocorre exclusivamente na conversão de MGO86. O GO86 já produzido pode ser negociado em mercado aberto.
Não há queima em nenhuma etapa. O Cofre-Limbo é o endereço público, sem chave privada, que recebe o token ao final de cada etapa: FGO86 na conversão, MGO86 na emissão do GO86 e GO86 no resgate físico.
O saldo acumulado constitui o livro-razão do ciclo e permite verificar, na Polygonscan, que cada etapa foi cumprida.
O Vault86 não é uma etapa do ciclo: é o contrato que opera todas elas. Converte o FGO86 em MGO86, emite o GO86 a partir do MGO86, autoriza a troca do GO86 por barra física e valida a transferência de GO86 entre carteiras. Em nenhuma das quatro o caminho pode ser encurtado.
Cada decisão de engenharia responde a uma exigência do ativo: lastro verificável, documentação vinculada e regras de saída públicas.
Cada GO86 emitido corresponde a 1 grama de ouro refinado sob custódia. O lastro é de quantidade: o token vale o mesmo que 1 grama no mercado e acompanha a cotação do metal.
A unidade do token é a grama. O fracionamento é do ativo digital, não da barra: a entrega física segue o padrão LBMA Good Delivery, em barras de 12,5 kg.
Cada lote está vinculado a contrato físico e à documentação da área (GU, PLG ou NI 43-101), com o hash do documento registrado on-chain.
Nenhum token é destruído. Cada etapa encerrada deposita o token usado no Cofre-Limbo, endereço público sem chave privada.
Emissão sob o Payment Services Act 2019, no regime de Digital Payment Tokens, com controles de compliance implementados no contrato.
Transferência a partir de 1.000 unidades (1 kg) e resgate de barra a partir de 12.500 unidades (12,5 kg).
Quatro contratos em Solidity, testados, auditados por firma independente e com governança transferida para carteira multi-sig após o deploy.
GO86, FGO86, MGO86 e Vault86 em Solidity, com OpenZeppelin, controle de acesso por papéis (AccessControl) e regras de Cofre-Limbo no próprio contrato.
Suítes em Foundry e Hardhat com testes de invariantes, fuzzing e simulação de estresse até 100% de cobertura de código.
Revisão formal por firma independente (CertiK, Hacken ou Quantstamp), com relatório público emitido antes de qualquer movimentação real.
Homologação na Amoy Testnet, deploy na Mainnet, verificação de código no Polygonscan e transferência de governança para carteira multi-sig.
A segurança de um ativo de ouro não vem da promessa de quem vende. Vem da cadeia que liga o título minerário, a fiscalização, o refino certificado e a custódia internacional. Esta página mostra elo por elo o que cada etapa prova.
A Agência Nacional de Mineração é quem outorga o direito de lavrar. O título identifica titular, polígono, substância e prazo. É o documento que separa extração legal de garimpo ilegal.
Sem título, o lote não é aceito por refinaria Good Delivery e reprova na due diligence de qualquer banco.
Número do título, titular, prazo e coordenadas da área.
O ouro circula como ativo financeiro. Bancos, DTVMs e corretoras são obrigados a comunicar operações atípicas, e o COAF cruza esses dados em relatórios de inteligência financeira.
Sem esse filtro, o metal se torna veículo de lavagem e contamina todos os elos acima dele na cadeia.
Histórico de comunicações e ausência de apontamentos sobre a contraparte.
As diretrizes da OCDE definem os cinco passos de auditoria da cadeia: sistema de gestão, identificação de risco, resposta ao risco, auditoria independente e relatório público.
Sem due diligence, o comprador assume risco de origem em área protegida ou de conflito sem ter como saber.
Relatório com os elos identificados, do garimpo ao cofre.
A London Bullion Market Association mantém a lista de refinarias aceitas no mercado de Londres. O selo exige pureza mínima e origem responsável alinhada à OCDE.
Barra fora da lista é recusada ou descontada, e o lote perde liquidez internacional.
Selo da refinaria, número da barra e certificado de análise.
Singapura é o principal centro de custódia da Ásia. A Notice 626 obriga instituições locais a aplicar devida diligência avançada em ouro vindo de mercados emergentes.
Sem esse filtro, o lote não entra no circuito financeiro asiático e fica restrito a mercados que compram com desconto.
Registro de devida diligência avançada e conformidade da contraparte.
Cada emissão grava o hash do contrato e o hash do laudo. Cada etapa encerrada deposita o token no Cofre-Limbo, com data e quantidade públicas.
Sem registro on-chain, o histórico depende da palavra de quem operou o sistema.
Hash do contrato, hash do laudo e trilha do Cofre-Limbo na Polygonscan.
O antes, o durante e o depois do lote, o que cada documento prova, guia de decisão e o que acontece em caso de desvio.
Solicite o contrato modelo, a documentação da área e as regras de transferência e de resgate. A análise é feita sobre os documentos.